• Baixada em Pauta #3: Aumento do número de casos de Covid-19 no litoral de São Paulo. E agora?



    Episódio discute o avanço da pandemia do novo coronavírus na Baixada Santista. Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas e professor de Medicina da Universidade São Judas Tadeu, fala sobre a alta nos números de novos casos, internações e óbitos, que colocou a região de volta na fase amarela do Plano São Paulo. Você pode ouvir Baixada em Pauta no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O Governo do Estado anunciou, na última segunda-feira (30), que a Baixada Santista regrediu à fase amarela no Plano São Paulo. Apesar de não fechar nenhuma atividade econômica, a medida restringe horários de funcionamento e capacidade total dos estabelecimentos, a fim de evitar aglomerações e o contágio da Covid-19. selo g1 home podcasts Rodrigo Cunha/G1 Para falar sobre o assunto, o Baixada em Pauta trouxe o infectologista Evaldo Stanislau, que analisou o comportamento dos moradores da região durante os meses da pandemia e apontou a necessidade de maior fiscalização no comércio durante esta fase. Para ele, voltar direto à fase laranja não seria alarmismo. Ele avalia as condições de atendimento das unidades de saúde da região. O especialista observa, ainda, que a população parece ter perdido o 'medo' da doença e, também, o crescimento daqueles que negam a existência do vírus e suas complicações. O que você precisa saber: Baixada Santista volta para a fase amarela no Plano São Paulo Cubatão, Guarujá e Itanhaém estão em estado atenção devido à Covid-19, diz estado O podcast Baixada em Pauta é produzido por Juliana Steil e editado por Aldemar Gonçalves. Apresentação: Alexandre Lopes. Alexandre Lopes apresenta o podcast Baixada em Pauta Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
  • Guarujá, SP, instala barreiras para impedir acesso de ônibus e vans de turismo



    A medida é parte das ações do município para conter a disseminação de Covid-19 após a região ser rebaixada para a fase amarela do Plano São Paulo. Guarujá, SP, instala barreiras de controle de acesso a ônibus e vans turísticas Divulgação/Prefeitura de Guarujá A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, começou a implementar barreiras rodoviárias para controlar a entrada de ônibus, vans e outros veículos coletivos com fins turísticos. A medida é parte das ações do município para conter a disseminação de Covid-19 após a região ser rebaixada para a fase amarela do Plano São Paulo. As barreiras começaram a ser instaladas na última quinta-feira (3) em seis pontos de acesso ao município. De acordo com a Prefeitura, além de suspender a nova emissão de licenças para a entrada dos coletivos na cidade, a fiscalização será feita 24 horas nas diferentes barreiras. A administração municipal aponta que as barreiras serão instaladas na Avenida Vereador Lydio Martins Corrêa (acesso à Enseada e Morrinhos), na Avenida Tancredo Neves (acesso ao bairro Cachoeira), Rodovia Cônego Domenico Rangoni, Avenida Santos Dumont (em frente à UPA da Rodoviária). Ainda de acordo com a prefeitura, o veículo flagrado em situação irregular no município pode ser apreendido e o responsável deverá pagar multa de R$ 5.205. A autorização será concedida apenas a serviços essenciais ou necessidades inadiáveis da população. VÍDEOS: as notícias mais lidas do G1
  • Repolho na salada, assado e empanado para o happy hour; aprenda



    Chef Bruno Justo explicou como escolher, higienizar e armazenar o repolho. Ele ainda ensinou a fazer três receitas diferentes. Salada de repolho-roxo, repolho assado, repolho empanado e repolo-roxo cru Bruno Justo Culinária #013: Aprenda a fazer receitas com repolho O repolho é um vegetal versátil, barato e rende muitos pratos. Além de ser nutritivo, o repolho pode ser servido na salada, como acompanhamento de carnes ou até mesmo virar petisco em um happy hour. O chef de cozinha Bruno Justo, de Santos, no litoral de São Paulo, explicou como escolher, higienizar e armazenar o repolho. Ele ainda ensinou a fazer três receitas bem diferentes para consumir o vegetal no dia a dia: salada de repolho, repolho assado e repolho empanado. CLIQUE AQUI E VEJA DE A a Z TODAS AS RECEITAS DO G1 SANTOS Essa reportagem faz parte da série 'Em casa', do G1, que foi criada durante a pandemia do novo coronavírus. Chefs e profissionais da gastronomia ensinam, de forma simples e direta, como fazer receitas básicas da culinária brasileira e a não errar na hora do preparo, garantindo pratos simples e gostosos no dia a dia. Quais os tipos de repolho e as diferenças? Existem cinco tipos de repolho. Os mais encontrados e consumidos no Brasil são o repolho-roxo e o repolho-liso ou conhecido como repolho verde. Os dois tem o sabor semelhante. Repolho-liso: tem uma coloração verde clara. Usado muito em saladas. Repolho-roxo: tem uma coloração roxa e pontos brancos. É mais adocicado e transfere a cor roxa para os pratos. Repolho-roxo Bruno Justo Como escolher o repolho? As folhas devem estar inteiras, sem cortes, furos, manchas ou soltas. Procure um repolho mais liso e com poucas folhas machucadas. Segundo o chef, esses são indicadores de que o repolho também estará bom por dentro. "O repolho é um vegetal bastante resistente. Não é a toa que o repolho e a batata salvaram a Europa em períodos mais difíceis. Dificilmente você vai deixar um repolho estragar" Como higienizar? O melhor jeito de lavar o repolho é cortar ao meio ou em quatro partes. Lave as folhas em água corrente e deixe de molho em uma solução de água com vinagre ou uma solução clorada. Passe em água corrente novamente antes de consumir. "O repolho é um vegetal bem denso, apesar de ter um formato compacto, ele é bem pesado. Isso porque as folhas são bem grudadinhas" Como armazenar? Se ele estiver inteiro, depois de lavado, seque com papel toalha e passe um plástico filme. Guarde na geladeira. Se as folhas já estiverem soltas, depois de lavadas, guarde em um pote com tampa, também na geladeira. "Quanto menos você manipular o alimento, mais tempo ele dura. Isso, normalmente, é uma regra para todos os tipos de alimentos", disse. Salada de repolho-roxo Bruno Justo Sugere alguma receita de salada? O chef indica uma salada americana adaptada. "Dei uma facilitada e retirei alguns ingredientes. Transformei em algo para o dia a dia mesmo", comenta. Salada de repolho roxo Ingredientes meio repolho roxo fatiado 1/2 xícara de chá de maionese 1/2 xícara de chá de creme de leite 50 gramas uvas passas hidratadas suco de 2 limões sal a gosto Modo de preparo: Corte o repolho em fatias finas. Tempere com sal e o suco de limão. Misture o creme de leite e a maionese. Adicione a mistura e as uvas passas. Sirva em seguida. "Vai virar uma salada cítrica, um pouco cremosa, por causa da maionese e do creme de leite. Bem gelada, ela vai bem para acompanhar pratos de carne, de frango, assados. Fica bem legal", disse. Repolho verde cru e assado, preparado pelo chef Bruno Justo Bruno Justo Como fazer receitas fáceis e gostosas com repolho? O chef Bruno Justo sugere duas receitas: repolho assado e um tempurá de repolho Repolho assado "O repolho tem algumas notas mais adocicadas, que ficam muito legais quando assa. Os açúcares naturais do repolho florescem. A gente costuma fazer um repolho assado para acompanhar uma carne de porco ou uma carne exótica como cordeiro, ou algo do tipo". Ingredientes 1 repolho cortado em 6 partes azeite extravirgem a gosto vinagre ou vinho branco a gosto sal e pimenta do reino a gosto Modo de preparo: Corte o repolho em seis partes iguais, sem tirar o talo, para que as folhas não se soltem no preparo. Tempere azeite, sal e pimenta a gosto. Regue com vinagre ou vinho branco, se desejar. Envolva o repolho em um papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por cerca de 30 minutos. Tempurá de repolho ou repolho empanado, feito pelo chef Bruno Justo Bruno Justo Tempurá de repolho "A gente adaptou o famoso fish and chips, aquele prato inglês que consiste em um peixe empanado em uma massinha. E a gente faz isso com as folhas de repolho", explicou o chef. Ingredientes folhas externas do repolho 200 ml cerveja 120 gramas farinha de trigo 1 colher de café de fermento químico sal e pimenta a gosto óleo para fritar Modo de preparo: Tempere o repolho com o sal e a pimenta. Separe uma colher de farinha de trigo para passar o repolho. Misture a cerveja, a farinha e o fermento. Mergulhe o repolho na massa e, em seguida, frite a 180ºC até ficar dourado. Sirva quente com o seu molho preferido. "Ele vai amolecer de leve e dar uma reforçada nos açúcares naturais do repolho. Ele fica muito legal para acompanhar pratos de carne", finaliza.
  • Idosa ajuda bandidos e acaba sendo furtada após receber abraço em SP



    Caso foi registrado na Delegacia Eletrônica. Furto aconteceu na Avenida Nossa Senhora de Fátima, na Zona Noroeste de Santos, no litoral paulista. Voucher falso foi entregue a idosa após saída de lotérica em Santos, SP Arquivo Pessoal Uma idosa de 60 anos teve o dinheiro da aposentadoria furtado após sacar a quantia em uma lotérica em Santos, no litoral de São Paulo. A filha da vítima, Juliana Freitas da Silva, de 31 anos, disse ao G1, nesta sexta-feira (4), que a mãe havia ajudado uma dupla de mulheres que deram um voucher para a idosa como forma de retribuir. Depois, a senhora descobriu que o voucher era falso, e percebeu que o dinheiro tinha sido levado. De acordo com o relato da filha, a idosa saiu para sacar o dinheiro da aposentadoria por volta das 12h40 em uma lotérica na Avenida Nossa Senhora de Fátima, localizada na Zona Noroeste. Ao sair do estabelecimento, ela viu duas mulheres que deixaram cair um bolo de notas de dinheiro na calçada. Decidida a ajudar, a senhora pegou as notas e devolveu para a dupla. “Minha mãe contou que a moça ficou agradecida falando que ela era muito honesta, que não fazem mais pessoas assim”, relembra Juliana. A senhora continuava andando, em direção a uma padaria próxima, e relatou à filha que as duas a acompanhavam, insistindo que queriam contribuir de alguma forma a gentileza. Perto do local onde ela ficaria, as duas deram um voucher que valeria dois pares de sapatos no valor de R$ 100 com o endereço da loja, e abraçaram a idosa. Juliana conta que depois de passar na padaria, sua mãe decidiu ir até o endereço da loja, feliz com o vale. Entretanto, ao chegar no local ela viu que não havia nenhum estabelecimento. Voltando para casa, a idosa colou a mão no bolso e percebeu que o salário da aposentadoria tinha sido levado. Idosa (ao centro) foi cercada por dupla enquanto ia a padaria em Santos, SP Arquivo Pessoal “Foi quando ela colocou a mão no bolso e percebeu que foi assaltada. Ela acha que foi na hora do abraço, porque foi muito forte”, conta a filha. A mãe chegou em casa e mostrou o vale falso, além de relatar todo o ocorrido. Juliana, então, decidiu refazer o caminho e tentar encontrar câmeras de monitoramento que ajudassem na localização das mulheres. Ao refazer os passos da mãe, ela encontrou um cheque caído na avenida, com a mesma letra utilizada no voucher. Em seguida foi até um estabelecimento onde conseguiu imagens de câmeras de monitoramento, que mostram as duas mulheres acompanhando a idosa na avenida. "Ela ficou muito abalada, ficou triste, em como pode acreditar em alguém assim", relembra. Juliana explica que decidiu publicar o caso nas redes sociais ao ver a história de um idoso que foi roubado e ganhou um 'voucher' para compras no valor de R$ 300 destinado a 'pessoas honestas' em São Vicente. O caso aconteceu na última segunda-feira (30), mas a filha da idosa registrou na Delegacia Eletrônica nesta quinta-feira (3). O registro foi feito como 'Outras Ocorrências' pelo e-mail de Juliana e ainda aguarda aprovação. O G1 questionou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) se havia previsão da aprovação, mas até a última atualização desta reportagem não obteve retorno. VÍDEOS: as notícias mais vistas do G1
  • Bebê é queimado após medicamento corrosivo escapar em hospital em SP



    Hospital de Guarujá, no litoral paulista, onde Ewellyn Veneziano deu à luz, afirmou que tomou todas as medidas necessárias e disponibilizou serviço especializado para tratamento da ferida. Bolha foi estourada por pediatra e formou ferida, tratada com laserterapia Arquivo Pessoal/Ewellyn Veneziano Um bebê recém-nascido, com quatro dias de vida, sofreu uma queimadura no pé após um acesso intravenoso escapar e feri-lo em um hospital de Guarujá, no litoral de São Paulo. De acordo com a mãe, Ewellyn Veneziano dos Santos, de 32 anos, ela só descobriu o incidente na manhã seguinte, quando pegou a menina para amamentar. Nicolly nasceu no dia 17 de novembro no Hospital Guarujá, em uma cesárea. "Ela nasceu super saudável e ficamos no repouso após a cirurgia", contou a mãe ao G1. Após alguns exames, Ewellyn descobriu que o bebê estava com uma infecção e ainda não teria alta médica. Na madrugada de 20 de novembro, segundo a mãe, o acesso intravenoso colocado no pé da menina escapou e a medicação vazou, queimando a pele da bebê, causando um grave ferimento. "Ela chora muito, o tempo todo. Se debate de dor, não pode encostar que ela puxa o pezinho. É uma tortura ver uma filha sofrer tanto", desabafa a mãe. Ewellyn só percebeu o ferimento no dia seguinte, quando pegou a pequena para amamentar. "Vi uma bolha enorme no pé dela e comecei a chorar". Ainda segundo a mãe, as enfermeiras do plantão seguinte descobriram o ferimento junto com ela. Na noite do mesmo dia, a médica pediatra estourou a bolha. "Depois disso, começou meu tormento. A menina sofrendo de dor, e eu sofrendo junto com ela", desabafou. No hospital, a menina começou a passar por laserterapia e, em seguida, passou a ser acompanhada com sessões à domicílio, já que a mãe preferiu ir para casa na segunda-feira (30). Ainda segundo Ewellyn, ela recebeu alta, mas a filha, não. Por conta disso, decidiu levá-la para casa. "Eu ia dormir no chão, mas não ia sair de perto da minha filha. Comigo do lado já aconteceu isso, imagina longe?", diz. Bebê tem o calcanhar queimado após acesso intravenoso deixar escapar medicamento corrosivo em UTI neo natal Arquivo pessoal/Ewellyn Veneziano 'Acidente corriqueiro' O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Hospital Guarujá, onde a menina foi ferida. Por telefone, um representante da unidade de saúde disse que tratou-se de um "acidente corriqueiro neste tipo de tratamento, em relação aos recém-nascidos e aos idosos". Leia abaixo a nota de posicionamento na íntegra: "Paciente EPV deu entrada para parto cesárea de urgência em nosso hospital no dia 17/11/2020. Ao nascer, a criança apresentou infecção grave transmitida pela progenitora, tendo sido necessária admissão do RN na UTI neo natal para competente tratamento. Ao longo do período de internação, e após agitação do RN, ocorreu a perda do acesso venoso, tendo sido extravasados o soro e medicamentos no tecido adjacente, provocando lesão dos mesmos. De imediato, o hospital tomou as medidas necessárias e disponibilizou serviço especializado em curativos (estomaterapia), inclusive com aplicações diárias de laserterapia para recuperação plena dos ferimentos. A criança permaneceu internada até o fim do ciclo do medicamento, tendo recebido alta hospitalar em 30/11/20, com todas as orientações e curativos programados diariamente realizados pela mesma equipe de enfermagem especializada em curativos (estomaterapeuta) em ambiente domiciliar. Os curativos disponibilizados pelo hospital são os mais atuais e eficientes disponíveis na prática médica para tratamento e fechamento das feridas. Após a alta, foi solicitado à mãe que os curativos fossem realizados diariamente no hospital. Diante da recusa da mesma para tal, e havendo condições clínicas, optou-se pelo acompanhamento domiciliar diário pela equipe especializada em curativos, com todos os medicamentos, materiais, equipamentos e profissionais custeados exclusivamente pelo hospital. Não deixamos em momento algum, tanto a mãe quanto a criança, sem pronta assistência necessária". VÍDEOS: as notícias mais vistas do G1